Nova turma de Luthiaria na oficina do ipiranga

Postado por em jul 31, 2014 em Blog, Notícias | 0 comentários

Nova turma de Luthiaria na oficina do ipiranga

E aí Galera?! Estamos abrindo as ultimas turmas do ano do curso de luthiaria aqui no ateliê do bairro do ipiranga. Os interessados devem reservar vaga no email luighi@edmarluighi.com.br diretamente comigo. Pouquíssimas vagas. O curso será 1 aula semanal de 90 minutos – às Terça feiras às 20 horas – aproximadamente 10 aulas a 12 aulas inicio dia 12 de agosto – Valor de 03 parcelas de 200,00 (Total de R$ 600,00) Cartão visa ou master / ou 6 parcelas de 110,00 (Total de  R$ 660,00) Cartão visa ou master Reserva antecipada por email – Nome, email, telefone.  Inclui apostila –    CURSO BÁSICO DE AVALIAÇÃO E AJUSTES EM GUITARRAS CONTRABAIXO E VIOLÕES Aulas para compreensão tecnica e noções para manutenção e reparos básicos essenciais. OBJETIVO – Apresentar de forma objetiva a funcionalidade dos instrumentos, suas principais características, seus possíveis problemas e as devidas soluções, assim como os cuidados de manutenção básica para seu pleno funcionamento. O curso Abrange também reparos elétricos emergenciais, (parte teórica) substituição de captadores, potenciômetros, e jacks, procedimentos para melhor avaliar um instrumento, novo ou usado no momento de uma compra ou para verificação da necessidade de regulagens ou reparos mais especializados. PÚBLICO ALVO – Instrumentistas em geral, “roadies”, lojistas ou outros tipos de profissionais que queiram aprofundar-se no funcionamento e manutenção básica de guitarras, contrabaixos e violões.   PROGRAMAÇÃO Funcionalidade do instrumento. Como funciona de forma geral Como atua os captadores, pontes, trêmolos, e tarraxas. Qual a função e como atua o tensor Como funciona a interação captador x madeira Até que ponto os acessórios melhoram a funcionalidade do instrumento.   CONTRABAIXOS DE 4, 5, 6 CORDAS Diferenças e cuidados específicos Fretless   VIOLÃO CORDAS DE NYLON E AÇO Diferenças e cuidados específicos Violões sem tensores ajustáveis – como tratá-los? GUITARRAS Diferentes modelos e empregos Afinações alternativas – Prejudiciais ou não?   PROCEDIMENTOS BÁSICOS E PERIODICOS DE CONSERVAÇÃO Limpeza e polimento dos trastes Limpeza e hidratação da escala Limpeza e lubrificação do hardware Limpeza e enceramento do corpo e braço do instrumento Limpeza da parte elétrica Colocação e conservação das cordas   TOCABILIDADE Gosto pessoal (Até onde o instrumento pode satisfazer o gosto do músico através de ajustes e regulagens); Limitações do instrumento (O que pode ser feito em termos de customização, para melhorar e ampliar suas características iniciais); Tipos e tensões de corda (Quais as vantagens de cada tensão de encordoamento, e quais as desvantagens que podem gerar no instrumento); Relação altura de cordas x “pegada”.   REGULAGENS E AJUSTES SIMPLES ESSENCIAIS Ajustes na parte elétrica (Redução de maus contatos e ruídos nos componentes elétricos); Ajustes no tensor (Correções na concavidade e convexidade do braço, a fim de melhor adequá-lo a tensão de cordas e variações climáticas); Correções e ajustes em pontes e trêmolos. Pontes fixas Ajustes de oitavas (Verificação e regulagem da afinação por todo o braço do instrumento) Pequenas correções de ação de cordas (Quando as mesmas se encontram com discrepância de altura entre si em função de troca de tensão, ou marca do encordoamento, ou variação climática);   REGULAGENS E AJUSTES SIMPLES ESSENCIAIS – Pontes tremolo dormente – strato Ajustes de...

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Pedais artec

Postado por em mar 11, 2014 em Blog, Notícias | 2 comentários

Pedais artec

E aí galera!? Nesse artigo gostaria de compartilhar com vocês a experiência que tive com a linha de pedais da Artec, disponíveis agora no Brasil com representante oficial da marca, assistência técnica autorizada, e um preço matador. A Artec no Brasil era conhecida apenas pela sua linha de equalizadores para violões, pré para contrabaixo e guitarra, contudo, não muitas pessoas sabem que a marca produz também Amplificadores de guitarra, contrabaixo, e violão, afinadores, cabos, captadores para guitarras, violões e contrabaixos. Nesse artigo vamos nos ater apenas aos pedais. A Artec Sound foi criada na Korea em 1996, produzindo pré-amplificadores e sistemas piezo para um som acústico sem distorções. Seu nome vem da junção das palavras Arte e Tecnologia. Em 2000, a Artec expandiu suas linhas de pedal de efeito e amplificadores, exportando para mais de 50 países por todo o mundo. A Artec é distribuída no Brasil com exclusividade pela Musical Express desde 2013. A linha de equipamento da Artec sempre foi de equipamentos bem resolvidos, funcionais, honestos, de alta performance, e com preços bem razoáveis. Agora que testei sua linha de pedais afirmo que esses não fogem a regra. Não sou de comentar pedais, uma vez que a quantidade disponível no mercado é algo incomensurável. Cheio de marcas, modelos, estilos, tamanhos, preços, ..enfim,…E a cada dia mais empresas e marcas, fora do segmento de pedais, os incorporam em sua linha, seja desenvolvendo ou apenas  importando da China uma linha qualquer apenas para poder te-los em seu portifólio, como se isso fosse uma obrigação ou um troféu de aprimoramento e crescimento. Marcas e empresas, até fora do segmento musical, já tem linhas de pedais. Desse jeito breve teremos pedais da Johnson & Johnson, ou da 3M.  [CLIQUE NAS FOTOS PARA AMPLIAR]. Contudo, quando fui convidado a assumir a assistência autorizada da ARTEC no Brasil, uma vez que já estava familiarizado com a manutenção dos pré equalizadores para violões, guitarras e contrabaixos, quis experimentar toda a linha e os conhece-los por dentro também. Fiquei realmente surpreso com os timbres e a eficiência dos pedais. Os efeitos como Chorus, Flanger, Phaser são muito simples de operar, com resultados diretos, sem muita enrolação. Os drives e distorções são bem legais e com timbres bem “analógicos”. Os controles são bem operantes e funcionais. Um dos mais simples é o BLUES OVERDRIVE. Esse pedal é SHOW DE BOLA!!! Baixíssimo ruído, drive bem limpo, com controles independentes de grave e agudo, e boa sustentação. contudo, a linha Artec possui varios pedais de drive e distorção, que vão do blues ao heavy metal.Realmente uma linha bem extensa. Possui também alguns pedais de Wha Wha que os achei muito legal. Definidos, sem interferir no timbre natural do instrumento. Possui também oitavados com drive, noise gate, equalizadores tanto gráfico quanto paramétrico, inclusive equalizador acústico, difícil de se encontrar,  pedal afinador, trêmolo, compressor, análogo delay, e um booster matador, padrão “de botique” Pedais True bypass!!! Muito legal, né??!! Possui também dois incríveis Power Supply, alimentadores de pedais para 8 ou 12 saídas de 9 Volts, e 12 volts também. Colhi também opinião de um brother com um grande e invejável currículo...

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Novas Turmas no EM&T de Luthiaria

Postado por em fev 5, 2014 em Notícias | 0 comentários

Novas Turmas no EM&T de Luthiaria

COMEÇA QUINTA DIA 6 E SÁBADO DIA 8 DE FEVEREIRO Nessa quinta dia 06 de fevereiro às 20:00hs, e sábado dia 08 de fevereiro de 2014 às 14:30, começa mais um “CURSO BÁSICO DE AVALIAÇÃO E AJUSTES EM INSTRUMENTOS”. Esse é um curso Regular ministrado na EM&T desde agosto de 2006. O objetivo é apresentar de forma objetiva a funcionalidade dos instrumentos, suas principais características, seus possíveis problemas e as devidas soluções, assim como os cuidados de manutenção básica para seu pleno funcionamento. O curso Abrange também reparos elétricos emergenciais, substituição de captadores, potenciômetros, e jacks, procedimentos para melhor avaliar um instrumento, novo ou usado no momento de uma compra ou para verificação da necessidade de regulagens ou reparos mais especializados. O público Alvo são Instrumentistas em geral, “roadies”, lojistas ou outros tipos de profissionais que queiram aprofundar-se no funcionamento e manutenção básica de guitarras, contrabaixos e violões. A programação e o conteúdo desse varia um pouco do contigente de alunos, das dúvidas, e das questões que são trazidas durante sua duração. Entretanto sua proposta é essa: Programação Funcionalidade do instrumento. Como funciona de forma geral Como atua os captadores, pontes, trêmolos, e tarraxas. Qual a função e como atua o tensor Como funciona a interação captador x madeira Até que ponto os acessórios melhoram a funcionalidade do instrumento.   Contrabaixos de 4, 5,6 cordas. Diferenças e cuidados específicos Fretless   Violões – cordas de nylon e aço Diferenças e cuidados específicos Violões sem tensores ajustáveis – como tratá-los?   Guitarras Diferentes modelos e empregos Afinações alternativas – Prejudiciais ou não?   Procedimentos básicos e periódicos de conservação Limpeza e polimento dos trastes Limpeza e hidratação da escala Limpeza e lubrificação do hardware Limpeza e enceramento do corpo e braço do instrumento Limpeza da parte elétrica Colocação e conservação das cordas   Tocabilidade Gosto pessoal (Até onde o instrumento pode satisfazer o gosto do músico através de ajustes e regulagens); Limitações do instrumento (O que pode ser feito em termos de customização, para melhorar e ampliar suas características iniciais); Tipos e tensões de corda (Quais as vantagens de cada tensão de encordoamento, e quais as desvantagens que podem gerar no instrumento); Relação altura de cordas x “pegada”.   Regulagens e ajustes simples e essenciais Ajustes na parte elétrica (Redução de maus contatos e ruídos nos componentes elétricos); Ajustes no tensor (Correções na concavidade e convexidade do braço, a fim de melhor adequá-lo a tensão de cordas e variações climáticas); Correções e ajustes em pontes e trêmolos. Pontes fixas Ajustes de oitavas (Verificação e regulagem da afinação por todo o braço do instrumento) Pequenas correções de ação de cordas (Quando as mesmas se encontram com discrepância de altura entre si em função de troca de tensão, ou marca do encordoamento, ou variação climática);   Regulagens e ajustes simples e essenciais Pontes trêmolo dormentes (strato) Ajustes de oitavas (Verificação e regulagem da afinação por todo o braço do instrumento) Pequenas correções de ação de cordas (Quando as mesmas se encontram com discrepância de altura entre si em função de troca de tensão, ou marca do encordoamento, ou variação climática); Ajustes de tensão de...

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INSTRUMENTOS VINTAGE

Postado por em set 15, 2013 em Dicas | 2 comentários

INSTRUMENTOS VINTAGE

Sonho ou pesadelo? Galera, nesse artigo gostaria de comentar um pouco mais  sobre instrumentos Vintage. Já fiz um artigo há muito tempo atrás sobre isso, porém tenho percebido que muitos músicos tem tido alguns problemas com a escolha desse tipo de instrumentos, que resolvi rescrever a respeito. Há muito tempo que guitarra e contrabaixo Vintage são uma febre para muitos instrumentistas. A valorização do instrumento Vintage cresceu tanto que começou a se fabricar instrumentos com aspectos envelhecidos, e acessórios com características antigas, tudo para remeter o instrumento não só a um visual do passado, mas também a um timbre de época. Pois bem! No meu terceiro livro,  Guia ilustrado da Guitarra II – Tudo sobre Captadores – justamente para que houvesse uma compreensão melhor sobre o que é Vintage, pesquisamos, da onde mais possivelmente se originou o termo Vintage. Vintage é um termo criado na indústria de vinhos para definir a data da colheita. Esse termo é uma combinação de Vint (of the vine = do vinho) com age (time of Creation= idade). Desde então o termo Vintage é empregado por colecionadores de carros, moda, instrumentos, móveis, e outros, para representar uma peça antiga, original, e “amadurecida”, que tenha marcado época.      [CLIQUE NAS FOTOS PARA AMPLIAR] Não se pode negar que comumente, um instrumento antigo possua madeiras mais selecionadas, e de melhor qualidade. Isso porque antigamente havia menos restrições a seu uso, e uma oferta muito maior para a escolha. Outro detalhe importante é que o uso de adubos aceleradores de crescimento vem se tornando freqüente, desta forma então, árvores antigas possuíam um desenvolvimento mais natural. Como a propagação do som em uma madeira mais sólida e melhor desenvolvida proporciona melhores resultados, fica mais evidente que instrumentos antigos possuem uma melhor resposta sonora com relação ao seu corpo e braço. E mais um detalhe importante – além da madeira melhor, o instrumentos antigo, já está construído há bastante tempo, e desta forma, se foi cuidado de forma devida, sua madeira está ainda mais seca e climatizada. Ou seja, menos sujeita a variações climáticas. Isso tudo proporciona uma estabilidade e sonoridade quase que incomparável. Outro ponto determinante, é que com o crescimento mundial da população, houve um crescimento necessário da indústria, gerando uma automatização em quase todos os setores. Sendo assim os instrumentos, tiveram também sua fabricação automatizada, ou através de máquinas CNC, ou através de mão de obra de linha de produção, onde cada operante cuida de uma parte específica do instrumento, mas quase sempre sem conhecimento algum da obra como um todo. Nesse processo, do ponto de vista da produção e do custo tivemos melhorias, contudo, com relação ao primor na construção, é questionável se houve algum avanço. Por causa dessa produção acelerada, o instrumento “Custom Shop” que por definição é aquele confeccionado de forma mais singular, em menor produção e com muito mais zelo, teve sua procura também aumentada. Bem, então é fato que o instrumento ‘”Vintage” de verdade (original de época) possui características sonoras mais avantajadas. INEGÁVEL! Mas, também inegável que na época que fora projetado e construído alguns fatores também foram determinantes. Muito provavelmente fora construído baseado...

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MANUTENÇÃO EM AMPLIFICADORES

Postado por em jul 30, 2013 em Blog, Dicas | 0 comentários

MANUTENÇÃO EM AMPLIFICADORES

E aí galera?! Nesse artigo gostaria de dividir com vocês um problema muito frequente o qual procuramos sempre alertar nossos clientes: Falta de manutenção preventiva e periódica em amplificadores. Mesmo sem uso algum, componentes como potenciometros e chaves devido ao pó e à umidade do ar desenvolvem ruidos e maus contatos, que se não tratados, podem danificar os componentes, e/ou atenuar o desempenho nos graves, médios e agudos do equipamento. Em regiões e lugares muito úmidos, placas de componentes podem desenvolver zinabres e outros tipos de oxidações, podendo gerar curtos e maus contatos. Ao menor sinal de falhas é conveniente procurar um técnico de confiança para diagnosticar a gravidade do problema. Uma boa parte dos técnicos não cobram orçamento. Caso contrário começa se a colecionar pequenos problemas, que quando necessario um reparo mais sério, o valor do serviço se torna expressivo em razão da quantidade de pontos a serem trabalhados para o perfeito ajuste do aparelho. Nos amplificadores valvulados os problemas por falta de manutenção podem ser ainda mais custosos. Abaixo umas dicas do meu parceiro na oficina, o engenheiro eletrônico Omar Abeid, especialista em amplificadores valvulados. “Todos já sabem que as válvulas eletrônicas desempenham uma função importante nos amplificadores valvulados. Elas são responsáveis pela qualidade sonora, do som limpo (clean), distorcido (drive), e o rendimento sonoro geral. Porém o que muitas pessoas não sabem é que existem alguns cuidados que são de extrema importância como manutenção e ajustes periódicos. As válvulas são componentes de desgaste continuo e alguns cuidados ajudam a melhorar rendimento dos amplificadores e aumento da vida útil das válvulas. Primeiramente, importante saber ou lembrar que os circuitos de amplificadores valvulados trabalham com tensões bastante elevadas que podem ser mortais se alguém, sem experiência, tocar em componentes internos carregados de alta tensão. Um dos principais ajustes que deve ser sempre efetuado por um técnico de eletrônica com experiência em valvulados é o ajuste de bias. Esse ajuste muitas vezes esquecido (pois, o proprio usuario troca as valvulas, substituindo apenas umas pelas outras) consiste em ajustar a corrente de dissipação da placa para correto funcionamento do componente. Esse ajuste previne desgaste prematuro das válvulas e evita distorções chamadas de “distorções de crossover”. Esse ajuste garante que cada valvula receba a mesma tensão e corrente de dissipação, que as demais.” Como podem ver é recomendado ao menos  uma vez a cada dois anos  uma visita a uma oficina para uma avaliação do estado geral do amplificador. Principalmente em amplificadores valvulados, que como visto, possui um desgaste mais acentuado. Por hoje é só galera. Um abraço à todos!!  EDMAR...

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SERÁ QUE PRECISA REGULAR?

Postado por em abr 23, 2013 em Blog, Dicas | 0 comentários

SERÁ QUE PRECISA REGULAR?

“Como saber se o instrumento precisa de regulagem” Essa dúvida não é exclusiva para músicos iniciantes ou amadores. Até músicos profissionais, às vezes passam da hora de contratar ajustes para seus instrumentos, dificultando com isso os empregos de suas técnicas. Isso se dá porque o instrumento não perde a regulagem de uma hora para outra. Isso vai acontecendo aos poucos e o instrumentista, sem perceber, vai se adequando a essas irregularidades.  O ideal é procurar o seu Luthier ao menos duas vezes ao ano, para conseguir um diagnostico prévio a respeito de qualquer irregularidade que possa vir ou estar acontecendo. Entretanto, não custa ficar atento a se, por exemplo, os trastes não estão ficando marcados pelo uso, se a ação de cordas não está excessivamente alta ou baixa, ou até mesmo ”dura” de tocar, se o trêmulo Floyd rose apresenta desequilíbrio, ou a parte elétrica proporciona ruídos, chiados ou maus contatos.      SUGESTÃO Eu costumo sugerir que quem utiliza o instrumento até 12 horas semanais pode necessitar de uma regulagem completa com retifica de trastes entre 12 a 15 meses. Quem utiliza o instrumento mais de 20 horas semanal, pode precisar de uma regulagem completa entre 6 a 10 meses. Contudo, quero lembrar que a forma de tocar e o cuidado com o instrumento pode alterar os dados acima em mais de 50% Um abraço, fiquem com Deus, e até a próxima!!...

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